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RIA – Rede de Informações Anarquistas

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4 de Abril de 2016, 17:23 , por Rodrigo Souto - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

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Liberdade para o Cacique Babau!

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CACIQUE BABAU É SEQUESTRADO PELA PM APÓS CONFLITO CONTRA A MINERAÇÂO NA TERRA INDÍGENA TUPINAMBÁ GRAVATÁ NO SUL DA BAHIA

Por Aldeia Rexiste

O Líder político e espiritual do povo Tupinambá do sul da Bahia Babau Tupinambá, e seu irmão, Teity Tupinambá, denominados em cartório de registro como respectivamente Rosiveldo Ferreira da Silva e José Aelson, foram presos por uma guarnição da 69a. Cia de Polícia Militar-PM da Bahia, do governo Ruy Costa (PT). Presos de forma ilegal, e conduzidos até a Polícia Federal na cidade de Ilhéus. A prisão aconteceu no processo de rexistência à exploração de areia da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, já reconhecida pelo governo federal. Em “operação” ilegal e violenta do Estado-PM em proteção à empresa mineradora, para garantir a extração de areia da TI. Também por este fim, a PM tenta afastar Babau da Região Tupinambá da Serra do Padeiro e de Olivença.

Conforme resumiu a página Campanha Tupinambá:
“Criminalização! Liberdade pra Babau e Teity!
O passo a passo de mais uma criminalização contra o cacique Babau e Teity, integrantes do Programa de Proteção de Defensores de Direitos Humanos, por conta de terem a cabeça a prêmio, e os Tupinambá.
1. O juiz Lincoln Pinheiro da Costa, da Justiça Federal de Ilhéus, determina escolta de caminhões de mineradoras que retiram areia, um crime ambiental, da aldeia Gravatá, Terra Indígena Tupinambá. A aldeia é uma retomada dentro dos limites da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, reconhecida como indígena pelo Estado brasileiro;
2. O mesmo juiz, em janeiro, já tinha despachado liminar pedindo o despejo da aldeia Gravatá. E é o mesmo juiz que possui uma proposta no mínimo controversa: os Tupinambá podem ficar na aldeia, desde que permitam a retirada de areia;
3. O comando da PM da Bahia se reúne com o cacique Babau Tupinambá e afirma que suspenderia a execução dessa reintegração de posse pendente;
4. Enquanto sela o acordo, batalhões da PM atacam a aldeia Gravatá e despejam os indígenas (ontem);
5. Babau sai da Serra do Padeiro com o irmão Teity no rumo da aldeia Gravatá, na manhã seguinte, para ver de perto a quebra do acordo. Ao chegar é acusado de descumprir decisão judicial, mas não é preso;
6. Acaba sendo preso no município de Olivença, mas chega à sede da Polícia Federal, em Ilhéus, acusado em flagrante, junto com Teity, de posse ilegal de armas!”

Apoiadores temem pela vida de Babau e Teity, que nos últimos anos têm sido alvo de uma série de ameaças de pistoleiros e agentes da repressão. Em 2014, ano em que sofreu duas prisões sob a falsa acusação de matar um agricultor, o cacique já denunciava a existência de um plano para assassiná-lo na cadeia:
“Era para eu ser transferido aqui para Ilhéus e já estava tudo certo para a minha execução. Inclusive, quando eu estava preso em Brasília, na cidade de Buerarema fizeram festa. Festejaram e contaram aos quatro ventos: ‘agora nós o eliminamos’ ”.
Ainda naquela ocasião, Babau e os Tupinambá foram vítimas de uma intensa campanha difamatória movida por fazendeiros locais e a Rede Bandeirantes de televisão. Como resultado, em pouco mais de um ano, 28 indígenas da etnia foram assassinados.
A questão indígena é regida pela Justiça Federal, pela OIT, toda ação contra povos indígenas deve necessariamente ser acompanhada pela Funai, MPF, e o escambau. Uma ordem de reintegração de posse de alto risco como esta deve ser de responsabilidade do governo bahiano. Mas, no entanto, endossando a prática da PM-governo/Estado da Bahia, a PF ratificou a ilegalidade e procedeu à prisão ilegal, agora, tardiamente, federalizada (maquiada)…

Babau foi um das principais estrelas do último Congresso da Comissão Pastoral da Terra-CPT, uma das bases históricas de formação do PT.

No Brasil, ao que se vê, não é toda “liderança” política que tem proteção especial contra as ilegalidades da polícia-estado-governo-latifundiários, nem mesmo os do programa de proteção aos defensores de direitos humanos?… Até recentemente, esta região de territorialidade Tupinambá foi alvo da famigerado regime, militarizado, pelo Exército, de Garantia da Lei e Ordem (GLO), tal como no Complexo de Favelas da Maré, na cidade global-olímpica Rio 2016, sob ordem do governo federal.



(Rio de Janeiro) Nota da União Popular Anarquista sobre o movimento Ocupa Escola no Rio de Janeiro

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VIVA AS OCUPAÇÕES DE ESCOLAS DO RIO DE JANEIRO!
CONSTRUIR UM NOVO MOVIMENTO ESTUDANTIL CLASSISTA, COMBATIVO E AUTÔNOMO!

ocupa escola unipa

Iniciou no mês de março uma grande greve dos trabalhadores da educação no Rio de Janeiro. Os estudantes e pais se somaram a greve e agora os estudantes passam a ocupar as suas escolas contra os cortes na educação, por melhorias gerais na educação. Mesmo diante da situação precária em que se encontra as escolas e universidades brasileiras o governo Dilma (PT) cortou no dia 30 de março 4,2 milhões da Educação, somando-se aos mais de 10 milhões que cortou durante todo o ano de 2015. Soma-se a isso os cortes dos governos estaduais e municipais e ataques aos direitos de professores, funcionários e terceirizados.

Assim como ocorreu em São Paulo onde os estudantes suspenderam o projeto de “Reorganização” de Geraldo Alckmin (PSDB), assim como em Goiânia que os estudantes e o povo barrou um aumento de passagens e barrou a implementação das OSs na educação, hoje é a educação do Rio que está em revolta! Portanto, fica cada vez mais claro que a ação direta de massas, com ocupações, manifestações de rua, boicotes, é a arma do povo para alcançar suas reivindicações. O caminho dos conchavos de gabinete entre burocracias estudantis e sindicais (CUT, UNE, UBES, etc,) e governos está falido! Não existe mais espaço para a conciliação de classes!

Chegou a hora de preparar a resistência popular contra os planos anti-povo dos governos de todos os partidos. Essa resistência deve unificar as greves em torno de reivindicações coletivistas (mais verbas para educação, contra o congelamento salarial, contra a lei antiterrorista, contra a reforma da previdência, contra as privatizações, tarifa zero nos transportes, etc.). As resistências locais devem culminar numa Greve Geral para barrar os ataques contra o povo!

Além disso, as greves, protestos e ocupações devem ser construídas de forma autônoma dos partidos e entidades governistas e paragovernistas (CUT, UNE e ANEL), e, portanto, devem se esforças para construir novas formas organizativas federalistas, onde as bases tenham o poder das decisões e dos rumos do movimento.

– ABAIXO A FARSA DA “PÁTRIA EDUCADORA”!
– CONTRA OS CORTES NA EDUCAÇÃO, SAÚDE, MORADIA!
– CONSTRUIR A GREVE GERAL CONTRA O ESTADO E O CAPITAL!
– NÃO TEMOS UMA DEMOCRACIA A DEFENDER, TEMOS UM AJUSTE FISCAL A COMBATER!
– NÃO A LEI ANTITERRORISTA E A REPRESSÃO POLICIAL!
– ABAIXO CUT, CTB, UNE, UBES, ANEL!
– NEM GOVERNO, NEM IMPEACHMENT, NEM ELEIÇÕES GERAIS: CONSTRUIR O PODER POPULAR!



Ocupa Escola – Lista das escolas ocupadas no Rio de Janeiro

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Tentaremos aqui organizar para fácil busca a lista das escolas ocupadas no Estado do Rio de Janeiro:

1- C.E Mendes de Morais – #‎OcupaMendes
End: Rua Pio Dutra, 353 – Freguesia (Ilha do Governador), Rio de Janeiro – RJ, 21911-200
Página Face: https://www.facebook.com/Ocupa-Mendes-241377779549575/timeline

2- C.E Gomes Freire – #OcupaGomes
End: Rua São Maurício, 87 – Penha, Rio de Janeiro – RJ, 21070-490.
Página Face: https://www.facebook.com/Ocupa-Gomes-1687955681452803/?fref=ts

3- C.E Heitor Lira – #OcupaHL
End: R. Cuba, 320 – Penha, Rio de Janeiro – RJ, 21020-160.
Página Face: https://www.facebook.com/ocupahl/?fref=ts

4- C.E Visconde de Cairú – #OcupaCairú
End: Rua Soares, 95 – Meier, Rio de Janeiro – RJ, 20780-070
Página Face: https://www.facebook.com/OcupaCairu/?fref=ts

5- C.E. Euclydes Paulo da Silva – #OcupaEuclydes
End: Rodovia Amaral Peixoto, Lote 1 – São José de Imbassai, Maricá – RJ, 24942-395.
Página Face: https://www.facebook.com/ocupaeuclydes/?fref=ts

6- C.E Dr° João Nery – #OcupaNery
End: Av. Santa Cruz, 2 – Humberto Antunes, Mendes – RJ
Página Face: https://www.facebook.com/Ocupa-Jo%C3%A3o-Nery-1729364517322319/?fref=ts

7- C.E Matias Neto – #OcupaMatias
End: Rua Conde de Araruama, 439 – Centro, Macaé – RJ, 27910-300
Página Face: https://www.facebook.com/ocupacaomatiasneto/

8- Escola Técnica Estadual Helber Vignoli Muniz – #OcupaBacaxá
End: Rua Capitão Nunes, S/N – Bacaxa – Saquarema / RJ
Página Face: https://www.facebook.com/ocupabacaxa/?fref=ts

9- C.E. Profº Clovis Monteiro – #OcupaClovis
End: Av. dos Democráticos, 271 – Higienópolis, Rio de Janeiro – RJ, 21050-000 – Manguinhos
Página Face: https://www.facebook.com/Ocupa-Clovis-486769088174969/?fref=ts

10- C.E Irineu Marinho – #OcupaIrineu
End: Próximo 694 – R. Dr. Otávio Ascoli – Vila Centenario, Duque de Caxias – RJ, 25030-040
Página Face: https://www.facebook.com/OcupaIrineu/?fref=ts

11- C.E Stuart Edgar Angel Jones – #OcupaStuart
End: R. Raul Azevedo, 378 – Senador Camará

#OcupaEscola

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(Cacaulândia) Acampamento Hugo Chaves é incendiado por pistoleiros

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 (Foto: )

O Vale do Jamari, em Rondônia, região que concentrou a maior parte das mortes por conflitos agrários no país em 2015, segundo o Relatório da Comissão Pastoral da Terra, registrou mais um ataque contra trabalhadores rurais sem terra.

Desta vez, o alvo foi o Acampamento Hugo Chaves (MST), que reúne 110 famílias. Na noite do último sábado (2/4), depois provocações ocorridas na sexta-feira, o acampamento foi invadido por cinco pistoleiros da Fazenda Nova Vida, que agrediram e ameaçaram as pessoas.

Um boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia da Polícia Civil de Ariquemes, denunciando esta ação criminosa. Hoje, os feridos realizaram exame de corpo de delito, que comprovaram a violência.

Na tarde da segunda-feira, 4 de abril, os pistoleiros cumpriram a promessa de voltar ao acampamento. Desta vez vieram em maior número, cerca de quinze pessoas, fortemente armadas e já chegaram atirando, amedrontando quem estava por perto, inclusive crianças e mulheres grávidas. Dez minutos depois, retomaram o ataque, indo de barraco em barraco até expulsar todos os acampados, que se dispersaram na mata. As ameaças não cessaram e os pistoleiros prometeram voltar para queimar o acampamento.

Diante do risco e da incapacidade do Estado em garantir a segurança dos acampados contra os criminosos, decidiu-se pela saída das famílias antes que situação se agravasse ainda mais. Os acampados serão alojados no Ginásio de Esportes de Ariquemes. Neste exato momento, ônibus e caminhões ajudam no transporte da mudança.

Passadas mais de seis horas do ocorrido, a confusão ainda é grande e as informações desencontradas, acentuadas pela dificuldade de comunicação no local. Há informação, ainda não confirmada, de que pelo menos uma pessoa encontra-se desaparecida e teria sido seqüestrada pelos pistoleiros. Outras duas pessoas também não foram localizadas.

A escalada de violência não nos surpreende. Durante os anos de 2014 e 2015 as famílias Sem Terra sofreram diversas agressões e há tempos a ação dos pistoleiros, cujos nomes e endereços são conhecidos, desperta medo e violência também entre os moradores da região. São muitos os relatos sobre intimidações e restrições à circulação de pedestres e motoristas nas áreas próximas à Fazenda.

Mesmo diante de toda esta violência, as famílias permanecem organizadas na expectativa da audiência marcada para a próxima quarta-feira (6), com o INCRA e o Governo do Estado de Rondônia, a fim de solucionar a situação e apurar os crimes cometidos a mando do latifúndio, dando resolução ao impasse que já dura mais de três anos.
História do Acampamento

O Acampamento Hugo Chaves foi iniciado pelo MST, no dia 8 de julho de 2013, nas margens da rodovia estadual 140, km 04, que liga a BR 364 ao município de Cacaulândia, Rondônia.
Na noite do último sábado (2/4), depois provocações ocorridas na sexta-feira, o acampamento foi invadido por cinco pistoleiros.

Nota pública do MST Rondônia sobre a violência contra o Acampamento Hugo Chaves

O objetivo do acampamento foi organizar as famílias e apresentar as demandas relacionadas à Reforma Agrária no estado de Rondônia aos órgãos do governo federal e estadual.

O acampamento está localizado em frente as Fazenda Quatro Cachoeiras e Fazenda Nova Vida, cujo proprietário é João Arantes Neto, um dos ícones do agronegócio na Amazônia. Ou seja, o acampamento está fora da área da fazenda e situa-se em terras da União.

Em todos os contatos com as forças policiais do Estado, as famílias disseram claramente que o objetivo principal era se organizar para que o direito à terra fosse alcançado através de luta e reivindicação coletiva perante o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

Mesmo assim, o Juiz Edilson Neuhas da comarca de Ariquemes, aceitou um pedido relâmpago do “dono” da fazenda através do advogado Severino José Peterle, que expediu um mandato em cumprimento a liminar (interdito proibitório), mostrando mais uma vez a eficiência do poder judiciário para com os latifundiários da região, bem diferente da lentidão quando se trata da demanda de trabalhadores rurais sem terra.

O interdito proibitório revelou informações importantes, uma imensa área de terra concentrada nas mãos de apenas uma pessoa. A fazenda Agropecuária Nova Vida LTDA possui 14.471,7219 Hectares, uma das maiores do país.

Se esta área fosse usada pela agricultura camponesa, seria suficiente para assentar 1.205 famílias, garantindo 12 hectares de terra para cada família, área suficiente para produzir alimentos e garantir em media 4.823 empregos de forma direta.

fonte: MST Rondônia